A importância do Marketing



No primeiro dia da I SEMANA DE ADMINISTRAÇÃO DO CEFET-MG o palestrante Fernando Ribeiro (Iveco Brasil), nos mostrou como o marketing é uma importante ferramenta para crescimento e sucesso de uma empresa.A IVECO por ser uma empresa da FIAT investe em propagandas tomando como referências a Ferrari e utiliza como garoto propaganda o brasileiro Felipe Massa, piloto da Ferrari na F1.
Mantendo essa mesma plataforma de pensamento, o banco Itaú é o mais novo patrocinador da seleçao brasileira de futebol,o contrato firmado com a CBF terá duração de seis anos. O contrato prevê que o banco passe a ter sua logomarca estampada nos uniformes de treino e demais trajes e acessórios utilizados pelos jogadores e comissão técnica das equipes, assim como a possibilidade de promover ações promocionais e de publicidade fazendo associação à seleção brasileira.
Investimentos serão feitos com certeza, principalmente na área de Marketing pois como o Brasil é considerado o país do futebol nada como propagandas envolvendo jogadores da seleção afim de atrair mais clientes para o banco.

Crise Americana [2]

Apesar das altas generalizadas das bolsas de valores em todo o mundo, registradas ontem , em resposta a medidas de apoio à liquidez bancária, adotadas simultaneamente por países ricos ou em desenvolvimento, alguns analistas do mercado financeiro, no Brasil, ainda não acreditam que a reação das economias se dará de forma crescente e constante.

É o caso do consultor Décio Pecequilo, da TOV Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários. Ele acredita que “as altas de hoje refletem apenas a expectativa do recente anúncio da força-tarefa de diversos países, porém isso não quer dizer que a crise deixou de existir ou mesmo que os investidores já recuperaram a confiança”.

Segundo Pecequilo, até o momento, “estamos indo na onda do que foi anunciado”. Ele alerta que existe grande distância entre o discurso e a implementação do pacote. Ou seja: como será injetado o dinheiro na economia e por quanto serão comprados os chamados ativos podres, principalmente pelos Estados Unidos e pelos países europeus mais diretamente afetados pela crise das hipotecas imobiliárias.

Por sua vez, o chefe do Departamento Econômico do Banco Schahin, Sílvio Campos Neto, acha que qualquer previsão é arriscada diante das perspectivas de volatilidade ainda elevada nos preços dos ativos, com oscilações fortes nos mercados de ações e no câmbio.

Crise Americana [1]

Os EUA irão gastar US$ 250 bilhões para comprar ações de instituições financeiras em dificuldades, anunciou nesta terça-feira secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson। Em discurso, ele disse que os recursos virão do plano de US$ 700 bilhões aprovados no início do mês pelo Congresso americano e manifestou confiança que isso permitirá o "retorno da confiança no sistema financeiro" do país

Para Paulson, existe hoje uma falta de confiança no sistema bancário. "Os bancos não tomam empréstimos entre si e não fornecem créditos para os consumidores", afirmou. Para superar esse quadro, ele disse que o páis está tomando "medidas sem precedentes a uma velocidade sem precedentes".

Segundo ele, "a idéia do governo deter ações em empresas privadas não agrada a muitos americanos, inclusive eu", mas que as ações são necessárias para enfrentar a turbulência financeira. "Não é o que gostaríamos de fazer, mas o que precisamos", concluiu o Secretário.

Crise Americana


A forte turbulência no mercado financeiro nas últimas semanas trouxe de volta um dos velhos fantasmas da economia brasileira: a instabilidade do câmbio। Quem havia se acostumado com a trajetória declinante do dólar frente ao real foi surpreendido por uma reviravolta, a moeda americana se valorizou 16%.
Nesse período, boa parte das empresas brasileiras que exportam foi obrigada a se estruturar para viver num ambiente de real forte। Agora, têm oportunidade de colher os frutos do esforço para ganhar eficiência. É o caso da Nokia. A empresa conseguiu ampliar em 180% as receitas com as exportações no primeiro semestre de 2008 em comparação com o mesmo período do ano passado. “Nossa operação está estruturada para um dólar de 1,60 real e temos de ser competitivos nesse patamar”, afirma Mauro Correia, diretor da fábrica da Nokia em Manaus. “O que vier acima disso é lucro.”
Na outra ponta estão empresas com alto índice de componentes importados, que naturalmente sofrem com o novo patamar do câmbio. A Romi, uma das maiores fabricantes brasileiras de máquinas, tem metade de seus custos atrelada a moedas estrangeiras. A empresa vem trabalhando com uma rede de fornecedores que operam com contratos de longo prazo. Mesmo assim, fica sujeita à instabilidade dos mercados de câmbio.

I Semana de Administração do CEFET-MG

Em conjunto com a IV Semana C&T (Semana de Ciência e Tecnologia) do CEFET-MG, cujo tema é Evolução e Diversidade, teremos a realização da I Semana de Administração do CEFET-MG.

A semana de administração é um projeto piloto, cujo planejamento visa fazer deste, um evento de periodicidade anual que possa se tornar referência para estudantes e toda a comunidade da área de administração do CEFET-MG.

Busca-se, com ela, propiciar aos estudantes e demais profissionais a complementação da formação curricular e facilitar o contato com o mundo empresarial, potencializando ações empreendedoras e de interação com seu futuro “locus” de trabalho, dentre outras coisas.

O evento ocorrerá nos dias 21, 22, 23 e 24 de Outubro de 2008 e contará com palestras e seminários ministradas por profissionais professores especialistas em suas áreas de atuação.

Para consultar a programação completa da I Semana de Administração do CEFET-MG, visite a página da IV Semana C&T do CEFET-MG na web: http://www.ivsemanact.cefetmg.br/.

Para consultar o Projeto da I Semana de Administração acesse http://www.administracao.cefetmg.br/galerias/Arquivos_ADM/Projeto_da_I_Semana_de_Administraxo.pdf

Funcionário público ganha em media quatro vezes mais que empregado da iniciativa privada



"Bons salários e estabilidade atraem os chamados concurseiros. Uma pesquisa do Dieese, feita em agosto, mostra que o salário médio do serviço público é quatro vezes maior que na iniciativa privada. São R$ 4.052 contra R$ 999.“Um salário mais atrativo, pago pelo setor público, faz com que não só as pessoas que estão fora do mercado de trabalho se animem a entrar. Quem está ocupado na iniciativa privada também se sente motivado”, afirma o economista Tiago Oliveira.As salas dos cursinhos estão lotadas. O segredo do sucesso está na dedicação aos estudos, mas a grande procura tem um motivo a mais: “Está tendo muita vaga no serviço público. Então, a gente tem que se dedicar e estudar. Tem que aproveitar essa oportunidade de entrar no serviço público. É agora!”, ressalta a estudante Juliana Costa. "




Comentario:


Concursos publicos sao uma boa oportunidade para pessoas que estao em busca de estabilidade e bons salarios, porem a concorrencia é muito grande; com isso é bem dificil passar em algum concurso.Dessa forma as pessoas que realmente querem fazer um concurso devem se empenhar ao maximo, para assim serem capazes de alcanssar seu objetivo.
Mesmo com esses beneficios , algumas pessoas preferem a iniciativa privada; ou porque nao gostam do sistema publico ou intao porque sao pessoas muito ambiciosas e preferem seguir carreira em grandes empresas, no qual a oportunidade de crescimento profissional é maior.

Trocar de emprego pode significar prosperidade


"Desde que entrou na Nestlé, em 1994, o executivo Johnny Wei parecia destinado a um futuro brilhante na companhia. Ao longo de 13 anos, ele foi técnico de fábrica em São Paulo, gerente de produtividade nas unidades do México e dos Estados Unidos, diretor da unidade Norte e Nordeste e, mais recentemente, ocupava o posto de diretor para produtos destinados às classes C e D, setor estratégico para a operação brasileira da Nestlé. Homem de confiança de Ivan Zurita, presidente da subsidiária no Brasil, Wei, de 35 anos, era o típico executivo de multinacional que, supunha-se, faria uma longa e duradoura trajetória dentro da empresa. No dia 21 de novembro de 2007, para surpresa da cúpula da Nestlé, Wei decidiu dar outro rumo à sua carreira. Depois de mais de uma década na companhia suíça, ele aceitou o convite para dirigir a área de planejamento estratégico do grupo Schincariol, um dos maiores fabricantes de bebidas do país. A troca de uma multinacional de reputação sólida no mercado por uma empresa que recentemente esteve envolvida em apuros judiciais teve um preço. Estima-se que Wei tenha recebido um aumento de 30% em sua remuneração anual. “Wei avaliou bem suas chances de continuar crescendo na Nestlé”, afirma um executivo que participou das negociações. “Mas a Schincariol ofereceu-lhe um pacote de remuneração bastante agressivo.”
Longe de se tratar de um caso isolado, a saída de Johnny Wei da Nestlé após mais de uma década na empresa ilustra com precisão uma situação cada vez mais freqüente: a infidelidade de um executivo — e não há aqui nenhum sentido pejorativo na expressão — faz bem ao próprio salário. Um recente levantamento do Hay Group com 227 empresas no país mostra que o salário dos executivos com até um ano de casa é, em média, 13% superior ao dos profissionais de mesmo nível com mais de dez anos de casa (veja quadro). Em outras palavras, os recém-chegados a uma companhia, muitas vezes, recebem remuneração superior à dos colegas que já trabalham na empresa. Pode ser dolorido — e até injusto — para os que apostam numa carreira estável, mas a explicação para essa aparente distorção encontra-se numa conta matemática simples. Hoje, a mudança de emprego na carreira executiva é acompanhada por um aumento médio de 30% na remuneração. Nas promoções internas, o aumento raramente ultrapassa 20%. “Essa dinâmica tem feito com que executivos, especialmente os mais jovens, fiquem cada vez menos tempo numa mesma empresa. Eles demonstram muita pressa em crescer”, diz o consultor Adilson Santos, coordenador do estudo do Hay Group. "



Comentário:

Cabe ao funcionario saber aproveitar as oportunidades e analisar diante a situação se vale a penas ou nao trocar de emprego.Nesse caso , deve ser analisado alem do salario, as oportuniddaes de crescimento, o ambiente profissional, as persperctivas da empresa e outras variaveis que irao afatar direto ou indiretamente o profissional em questao.Antigemente todos estavame em busca de estabilidade e nao almejavam trocar de empresa; hoje o mercado mudou e as pessoas estao abertas à mudanças , ja que quase sempre tal mudança significa prosperidade.